quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

É sentindo que se vive...

Parte da fumaça cinza sobe em meio ao rosto úmido. A escuridão embeleza a cena fúnebre, os pequenos sons da noite tocam o íntimo do pobre homem. Que esquece do alto barulho mental por pequenos instantes quando lê. Do outro lado inimaginável cena se esconde a quilômetros de distância, mas lhe envia doces dizeres de esperança. É sentindo que se vive... Repete mentalmente... Várias vezes como um mantra. Doces palavras. Que entre o nebuloso estar pessoal, tenta iluminar.

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