O medo me paralisa
Minhas palavras vãs
Corpo padece
Calei-me
Um chumaço de estranheza mora em mim
Calei-me
Recolher-me em mim talvez seja só o que resta
Acordar virou rotina
Dormir... Faz parte da vida...
Existir! É isso!
Calei-me
O medo me paralisa
Pancadas contínuas
Surras adjacentes
A diminuição do ser!
Dizer sem dizer é a entrelinha do calar!
refutativo poder de anulação
Persona necessária para sobrevivência
Perdi as palavras e contentei-me com o sorriso
Esse tal de sorriso amarelo que resolvi carregar
Ficou tão simples sorrir agora
Ficou leve
Não preciso de motivos para...
Não há grandes motivos para...
Não há motivas para...
Mundo não lhe apresento mais palavras
Apenas os dentes.
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